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1968 - O Despertar

Em 1968, uma onda inunda o planeta. Na realidade, essa onda começou a se formar antes, em 1965, nos Estados Unidos, com as lutas pelos direitos civis e os primeiros movimentos estudantis contra a guerra do Vietnã. E ela quebra alguns anos depois, em 1975, em meio ao clamor de todo tipo de movimento ou no sangue derramado pela luta armada. A juventude ao redor do mundo se revolta contra a vida que lhe é oferecida. Sociedade, cultura: a rejeição é completa. O mundo que foi recriado após a Segunda Guerra Mundial gira lentamente demais. A reivindicação: nada menos que uma nova sociedade. Os meios: uma contestação endêmica e proteiforme, carregada por uma nova geração muito crítica em relação às sociedades tradicionais, consideradas colonialistas e autoritárias, congeladas e hierarquizadas, liberticidas e moralizadoras. O resultado: um mundo em ebulição, em luta, em guerra e em resistência. 

Cinquenta anos depois, restam muitas questões. Entre evocações nostálgicas de antigos combatentes e ataques ideológicos, como analisar, hoje, esse movimento que marcou uma virada na história? Quais podem ser sua herança, suas ressonâncias? Uma coisa é certa: o fenômeno foi global. Roma, São Francisco, Paris, Tóquio, Berlim, São Paulo, Argel, Londres…: as revoltas que invadiram as ruas das grandes cidades são incontáveis. Foi um momento de mudança planetário que essa série se propõe a revistar. Ela conta o movimento febril que aconteceu na década entre 1965 e 1975, quando tudo parecia possível, na euforia e na violência, mas cuja herança ainda é controversa.

Série documental.

2018, 4 x 52 minutos.

Direção: Don Kent.

Produção executiva: Fernando Dias, Mauricio Dias e Christian Beetz.

Exibição: Arte/ZDF (França/Alemanha) e Canal Curta! (Brasil).

Coprodução Grifa Filmes, Gebrueder BeetzFilmproduktion (Alemanha), Oya Films AS (Noruega) e Artline Films (França).